Lei de fomento para as artes cênicas na cidade do Rio de Janeiro

Lei de fomento para as artes cênicas na cidade do Rio de Janeiro

Observatório Constante

conversas / debates / entrevistas / música / espetáculos / filmes / performances

Debatedores:

Eduardo Paes – Prefeito do Rio de Janeiro
Fernando Libonati – Pequena Central / Sócio Diretor – Instituto Galpão Gamboa / Diretor Artístico – APTR / Colegiado.
Junior Perim – ativista social e realizador de cultura, Coordenador Executivo e Co-Fundador do Circo Crescer e Viver e Diretor da Federación Internacional de Circo (FIC)
Tatiana Richard – Superintendente da Lei de Incentivo à Cultura na Secretaria de Estado de Cultura RJ

Mediação: Adriana Schneider – atriz, diretora de teatro, professora do curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-graduação em Artes da Cena – ECO/UFRJ e integrante da comissão do Movimento Reage Artista.

Você é nosso convidado para para discutir a atual política cultural da cidade sob o tema Lei de Fomento. A existência da Lei de Fomento em São Paulo, em vários momentos desde sua criação, suscitou aqui na nossa cidade alguns fóruns de debate; entre os mais significativos estão a Operação Fomento e Movimento Reage, Artista!.
Há alguns anos, a principal política pública de fomento para o Rio de Janeiro tem sido o programa de editais, que dependem diretamente da intenção dos governantes para, a cada ano, existirem.
Hoje há, em vários grupos do cenário cultural da cidade, demandas para que aconteçam tanto a reelaboração desta política, como a sua garantia em lei.
Contamos com a sua presença e sua contribuição nessa discussão fundamental para o desenvolvimento do Rio de Janeiro.

VOCÊ LUTA PELO QUÊ?

VOCÊ LUTA PELO QUÊ?

Observatório Constante

conversas / debates / entrevistas / música / espetáculos / filmes / performances

Um encontro para refletir e debater sobre os protestos que sacudiram o Brasil em junho de 2013

Debatedores
MARCELO FREIXO – Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj,
MARCELO BURGOS – Coordenador de Sociologia da
PUC-RJ,
TADEU LEMOS – Coordenador do DCE_UFRJ
Mediadora
ADRIANA SCHNEIDER – Comissão Central do movimento Reage Artista

Entrada Franca
Distribuicão de senha a partir das 19h

EXIBIÇÃO DO FILME ELENA

EXIBIÇÃO DO FILME ELENA

Observatório Constante

conversas / debates / entrevistas / música / espetáculos / filmes / performances

Debate com a cineasta Ivana Bentes, o pesquisador da Fiocruz Carlos Estellita-Lins e Petra Costa, diretora do filme.
25.06 às 20h

Como mais um evento do Obsevatório Constante temos o prazer de receber a obra ELENA, da premiada cineasta Petra Costa, acompanhada de palestra.
Elena viaja para Nova York com o mesmo sonho da mãe: ser atriz de cinema. Deixa para trás uma infância passada na clandestinidade dos anos de ditadura militar e deixa Petra, a irmã de 7 anos. Duas décadas mais tarde, Petra também se torna atriz e embarca para Nova York em busca de Elena. Tem apenas pistas: filmes caseiros, recortes de jornal, diários e cartas. A todo momento Petra espera encontrar Elena caminhando pelas ruas com uma blusa de seda. Pega o trem que Elena pegou, bate na porta de seus amigos, percorre seus caminhos e acaba descobrindo Elena em um lugar inesperado. Aos poucos, os traços das duas irmãs se confundem, já não se sabe quem é uma, quem é a outra. A mãe pressente. Petra decifra. Agora que finalmente encontrou Elena, Petra precisa deixá-la partir.

Direção PETRA COSTA | Roteiro PETRA COSTA e CAROLINA ZISKIND | Elenco ELENA ANDRADE, LI AN e PETRA COSTA | Produção BUSCA VIDA FILMES

Classificação Livre
Entrada Franca

Cavalo Hidrelétrico

Cavalo Hidrelétrico

Observatório Constante

conversas / debates / entrevistas / música / espetáculos / filmes / performances

29.05 Quarta às 21h
No centro da Selva Central Amazônica, um Cavaleiro-Espacial, o Capitão-X-2-Espacial constrói uma cidade de Aço, a exemplo daquela cidade do futuro, cidade das máquinas, Metrópolis, no filme homônimo de Fritz Lang. Para que a realização desse louco empreendimento, a construção de XUPAESPACIAL, a cidade de aço, no centro da selva central, se tornasse viável, esse Capitão-Espacial-Sinistro projetou instalar a cidade-espacial sobre uma grande ferraria dos índios Ashaninka, para que dessa ferraria se extraísse aço e ferro para a construção da alucinada cidade. Desse Cavalheiro-Estrangeiro, acompanhado por seu Cavalo-Robô, suspeitava-se ser espião-aéreo de um outro planeta ou de alguma nação super-rica ou de um laboratório-multinacional. Durante 100 dias, o diabólico-Capitão manteve aprisionado na ferraria, que logo foi transformando-se no subterrâneo da cidade, mais de 2000 índios Ashaninka, para que construíssem a cidade de ferro e máquinas do louco Capitão. Uma Mulher-imaginária, Maria Solaris, aparece na cidade-fantasma-de-ferro se dizendo a Mulher- que-veio-com-o-tempo e neta de uma índia-morta-barbaramente por caçadores-de-índios. Fascinado por essa criatura-misteriosa-feminina o Capitão X 2 convida-a para ser a Raínha de Xupaespacial, a cidade de aço e das máquinas. Diante da recusa dela o Capitão escraviza a Mulher, obrigando Maria Solaris a varrer-eternamente os lixos-diários da cidade, lixos- nucleares. Na floresta, nos limite da cidade, o fantasma de uma Índia-na-Sombra de 300 anos aparece para Maria Solaris anunciando que um Xamã Ashaninka, o Chefe-Xamã-Samuel tem um recado divino para ela…

Classificação Livre
Entrada Franca

MOSTRA DE DRAMATURGIAS DE SUBJETIVIDADES SELVAGENS

MOSTRA DE DRAMATURGIAS DE SUBJETIVIDADES SELVAGENS

Observatório Constante

conversas / debates / entrevistas / música / espetáculos / filmes / performances

2 ações cênicas a partir de textos teatrais de Francisco Carlos
Em parceria com o Projeto_ENTRE apresentam-se estas duas leituras encenadas da obra do grande autor amazonense.

22.05 Quarta às 21h
Românticos da Idade Mídia

Uma freira, Adele Fatal, depois de ter seu corpo queimado pela água de um banho sagrado, foge do convento e se embrenha por uma floresta mal assombrada até chegar numa metró- pole onde resolve abrir uma sauna-mística e se põe a prática de rituais religiosos- sadomasoquistas e experiências midiáticas na companhia de um reverendo-suicida (Jim Jones?), um punk, Lobo-Podre, uma cantora agressiva Jane-Joia, um adolescente-melancólico, Ângelo, uma ninfeta-órfã-adotada por Adele, Miss Blair e uma TV-Monstra. Apavorados com os monstros-urbanos que assombram a grande-cidade, organizam um pic-nic numa floresta mal-assombrada, perambulam pela floresta, segue a procissão apocalíptica que se atira suicida na fúria de uma cachoeira em meio a selva, a la Jim Jones. O ego-duplo de Lobo Podre foge da procissão-suicida volta a metrópole onde enfrenta um julgamento e um enterro a lá coveiro- de-Hamlet. No final todos se encontram num paraíso-Disneylândia.

Classificação Livre
Entrada Franca

ARTE E POLÍTICA

ARTE E POLÍTICA

Observatório Constante

conversas / debates / entrevistas / música / espetáculos / filmes / performances

01.12 a partir das 18h30

Um dia de encontro e de festa, comemorada do lado de fora, na entrada do teatro. Convidamos o público a participar de uma roda de conversa política e filosófica regada a churrasquinho, cerveja e Banano-bike. 18h_Churrasquinho com pimenta e piscina tony
19h_Bate papo ARTE e POLITÍCA depois da praia
A convite do Projeto_ENTRE este é mais um encontro de discussões e ideias.

Classificação Livre
Entrada Franca