DEIXA ARDER 

DEIXA ARDER 

Ficha técnica:

Direção artística: Marcela Levi & Lucía Russo

Performance e cocriação: Ícaro dos Passos Gaya, Lucía Russo e

Tamires Costa

Estagiárias: Taís Almeida e Anne Naukkarinem

Desenho de som: toda a equipe

Desenho de luz: Levi & Russo e Tábatta Martins

Programação visual: Paula Delecave

Fotografia: Paula Kossatz e toda a equipe

Registro em vídeo: Luiz Guilherme Guerreiro

Apoio: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro,

Consulado da Argentina no Rio de Janeiro, Espaço Cultural Sítio

Canto da Sabiá.

Coprodução: toda a equipe

Realização artística e produção: Improvável Produções

Temporada/Dias: 25 de novembro a 18 de dezembro de 2017

Horários: sábados, domingos e segundas às 19h

Valor: R$ 40,00 inteira R$ 20,00 meia entrada

Galeria Marcantônio de Villaça 2

Classificação: 16 anos

Capacidade: 20 lugares

DEIXA ARDER é uma peça de dança com cenas criadas no fervor

do momento, em que as pessoas representam elas mesmas,

empurradas até o limite. Uma ação realizada sem qualquer

subsídio. Todos aqui estão trabalhando a fundo perdido. Em larga

escala, ninguém ouvirá falar, nem ficará sabendo da existência de

DEIXA ARDER. A única maneira de se divulgar isso é na surdina,

no boca-a- boca. Os antros exibem-se em seu próprio ocultamento.

 

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CRIA  (2017)

CRIA  (2017)

Direção: Alice Ripoll

Interpretação: Tiobil Dançarino Brabo, Kinho JP, VN Dançarino Brabo, Nyandra Fernandes, May Eassy, Romulo Galvão, Sanderson BDD, Thamires Candida, GB Dançarino Brabo, Ronald Sheik

Assistência de direção/operação de som: Alan Ferreira

Produção: Rafael Fernandes

Iluminação: Andréa Capella

Figurino: Raquel Theo

Comunicação: Ana Righi

Assessoria de Imprensa: Nobre Comunicação

Arte: Caick Carvalho

Fotos e vídeo: Renato Mangolin

Colaboração: Laura Samy

Professor: Tony Rodrigues

Temporada/Dias: 17 a 20 de novembro de 2017

Horário: sexta, sábado e segunda às 21h e domingo às 20h

Valor: R$ 20,00 inteira  R$ 10,00 meia

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto – Teatro

Classificação: 14 anos

Capacidade: 130 lugares

“CRIA” é o novo trabalho da coreógrafa Alice Ripoll com o grupo Suave. Após o sucesso do seu espetáculo homônimo de estreia, o segundo trabalho do grupo traz para o palco uma verdadeira mistura de estilos, amarrados pelo olhar contemporâneo da coreógrafa. A pesquisa de um ano culminou em uma linguagem hibrida inovadora e que construiu corpos capazes de expressar a ginga da dança nascida nas favelas, o virtuosismo do passinho, o questionamento e a teatralidade da dança contemporânea. O trabalho passeia pela dança afro, o afrofunk, o passinho, a dancinha, o contato e improvisação, e por uma elaborada pesquisa sonora. No transcorrer das cenas de CRIA, o público pode sentir a busca pela força criadora que mantém o desejo de estar vivo e se movimentando. “Desde o início do grupo, nossos processos falam de estar aberto a se modificar através do contato com os outros. Isso gerou uma força muito intensa que se manifesta nas cenas de conjunto, isso é maior do que qualquer coreografia ou técnica”, afirma Alice.

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Patrocínio

PANORAMA FESTIVAL:  SING THE POSITIONS (2017)

PANORAMA FESTIVAL: SING THE POSITIONS (2017)

Concepção Ioannis Mandafounis Coreografia, dança, música Ioannis Mandafounis, Manon Parent Desenho de luz David Kretonic Música: David Scrufari Produção Cie Ioannis Mandafounis Coprodutores ADC-Geneva, Tanzhaus-Zürich, RESO-Fonds des programmateurs, Prairie-Migros Cultural Percentage  Apoiadores Swiss Arts Council Pro Helvetia, State of Geneva, SSA, Nestlé for Art foundation, Stanley Thomas Johnson foundation, Corodis, Lottery romande

Temporada/Dias: 03 de novembro de 2017

Horário: sexta feira às 19h

Valor: R$ 20,00 inteira  R$ 10,00 meia

Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto – Teatro

Classificação: Livre

Capacidade: 130 lugares

Com Sing the Positions, Ioannis Mandafounis e Manon Parent oferecem uma fusão única de uma peça de dança e um concerto em sua forma mais pura e simples. Utilizando as ferramentas que  acumularam ao longo dos anos como improvisadores, bailarinos e músicos, a dupla inunda o palco com suas habilidades em dança, combinadas com músicas e texturas sonoras criadas ao vivo que se encaixam em cada novo cenário que surge dentro da peça. A associação Cie Projet 11 foi criada por Ioannis Mandafounis e Fabrice Mazliah em 2009. O Cie Projet 11 tornou-se Cie Ioannis Mandafounis em 2015. Seus coreógrafos estão sempre à procura de novas oportunidades para familiarizar o público com a dança, sempre com o desejo de envolver o espectador.

 

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Patrocínio

QUE LEGADO: 1-5 Junho

QUE LEGADO: 1-5 Junho

Para compartilhar a 2ª edição do QUE LEGADO, ainda como um grande convite à ação coletiva, em movimento por múltiplas obras: Cinema, Artes Visuais, Dança, Teatro, Performance, Música, encontros + debates: Literatura e Feminismos, Arte e Psicanálise, Histórico de Resistência das Favelas. Trabalhadores da zona oeste, da zona norte do centro e da zona sul. Mais de 200 profissionais juntos, de 01 a 05 de junho, no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, que tem direção artística do Projeto_ENTRE, de Daniela Amorim e Joelson Gusson.

 

Em fevereiro deste ano, idealizamos o projeto QUE LEGADO a partir da necessidade vital de tornar ação a angústia. Tudo parecia inviável: a ausência de dinheiro, as demandas e o curto tempo de produção. Mas a reunião das diversas vozes, todas com o mesmo foco: resistir, reinventar, instaurar lugares, insurgir _ tornou a realização um laço possível, e potente, um espaço inaugurado a partir do encontro e dos atravessamentos, entre as manifestações artísticas/políticas e o público que ocupou nossa ocupação na primeira edição. Durante 03 semanas entre março e abril de 2017, estreamos nossa ocupação com o acolhimento do Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho, Castelinho do Flamengo, sob gestão de Fabiana Comparato. Tivemos em torno de 3.000 pessoas presentes no público da programação. Foi um grande fluxo de corpos e rasgos para frestas coletivas. De projeto idealizado a projeto realizado, foram muitos os ganhos e maior ainda o impulso para seguir a circulação e seus desdobramentos, legado do legado.

 

A partir desta experiência de resistência como instrumento coletivo para darmos conta de respirar no horror diário das notícias aterradoras, permanecemos com QUE LEGADO e mantemos a palavra de antes: o que nos dizem que herdamos, o que construímos como herança, o que produzimos a partir do sensível para a geografia política desta cidade, neste estado.  É preciso estar na rua, circular o RJ (por ele e entre nós), ter e dar visibilidade, lugar de fala e escuta, diálogo, troca com o outro, tantos outros de nós que estamos em prontidão para lidar com o (e resistir ao) panorama do RJ (Brasil, mundo). Realizar uma ocupação cultural transdisciplinar para diálogos no mapa do Rio de Janeiro é nossa manifestação firme, potente e representativa como luta continuada. A reunião de quase três centenas de profissionais de atuações e geografias diversas em um único movimento traz à tona o lugar essencial da cultura para a cidade. Mobilizador e plural, é o programa cultural organizado que nos abre caminhos para o diálogo com mais setores da população. Aqui temos corpos produzindo uma experiência multiplicadora para além do discurso, como um gesto cúmplice de criação, articulação e ética.

 

Está ampliado o desejo da curadoria para que o expressivo número de trabalhadores da cultura reunidos em nosso repertório de ações apareça como a afirmação de um legado permanente e essencial para nossa construção cidadã. Somos uma força inquestionável na economia da cidade, e torna-se cada vez mais urgente que sejamos prioridade no planejamento público, independentemente das diretrizes partidárias de nossos governantes.

 

Que nosso ato reorganizado para este tempo compartilhado com a população carioca amplie os horizontes da própria cidade, reforçando o lugar da cultura como a fala que precisa acontecer em voz cada vez mais alta. Quanto mais o projeto QUE LEGADO se faz necessário, mais ele está assegurado, no caos, movemos nossa resistência criativa. A partir dela, acreditamos nos instantes-para-sempre que estão por vir, como o dia em que a cidade anunciará para todo seu mapa a lei de fomento à cultura.

 

Insistimos em ser e estar no Rio de Janeiro como uma brecha para instauração de mais possíveis na vida e no trânsito entre as áreas que habitamos _e que nos habitam, colocando em conversa muitos segmentos produtivos cariocas, sempre com foco no público, a quem nos destinamos: eis QUE LEGADO 2ª edição. Avante!

Natasha Corbelino e Breno Sanches

 

Direção Geral, Curadoria e Idealização: Breno Sanches e Natasha Corbelino :: Produção Executiva: Monique Vaillé :: Produção de Base: Isabela Reis e Monique Vaillé :: Produção Local: Carmen Frenzel, Carolina Godinho, Clarice Rito, Julia Kahane, Marcelo Cavalcante, Marcelo Dias dos Santos, Roberto Rodrigues, Sheyla de Castilho :: Coordenação de Produção Local: Hugo Souza, Monique Cruz e Dulce Penna :: Condução do público: Shenna Meneguel :: Supervisão de Arte: Ianara Elisa :: Programação Visual: Ivi Spezani :: Fotógrafo: Diego Duarte :: Suporte para Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues – Aquela que divulga :: Sonorização e Projeção (equipamentos): Boca do Trombone :: Agradecimento especial a toda equipe do Espaço Cultural Municipal Sergio Porto e Projeto_ENTRE :: Agradecimentos: Elsa Romero, Fabiana Comparato, Fabiana Fontana, Flavio Lomeu, Margot Corbelino, Pâmela Sall :: Realização: Cia Teatral Milongas e CORBELINO Cultural

 

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TEATRO – QUE LEGADO

Local: Teatro

 

DANTE

01 a 05 de junho

quinta a segunda às 19:30h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

A partir de acontecimentos reais no ano de 2017 no Rio de Janeiro, surge a motivação de cruzar alguns relatos a partir de um “embate” entre autores. Ivan Fernandes escreve para o personagem de Ricardo Martins e Paula Rocha para a personagem de Natasha Corbelino. A princípio a dramaturgia é composta por dois discursos independentes de um médico e uma professora, ambos servidores do Estado, separados e pais de Dante. No decorrer da encenação de Breno Sanches, esses discursos tornam-se diálogos e o público tem a possibilidade de se posicionar perante um dos dois lados. Quem tem razão? É possível tomar partido?

 

Direção: Breno Sanches :: Dramaturgia: Ivan Fernandes e Paula Rocha :: Produção: Natasha Corbelino :: Atuação: Natasha Corbelino e Ricardo Martins :: Idealização Natasha Corbelino e Breno Sanches

 

PROJETO TRANSARTE

02 e 03 de junho

sexta e sábado às 20:00h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

Plataforma de ações artísticas que discutem gênero e sexualidade, tendo como ponto de interseção a questão da transexualidade.

 

Direção: Carolina Caju :: Dramaturgia: Pedro Uchoa :: Assistente de Direção e Iluminador: Rodrigo Menezes :: Produção: Douglas Resende

 

CONCRETO ARMADO

04 de junho

domingo às 20:00h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

Os integrantes da companhia Teatro Inominável reconstroem seu espetáculo Concreto Armado em uma instalação performativa, trazendo à tona Restos, Ruínas e Ruídos de uma criação que insiste em se manter viva e desejante.

 

Criação, direção, texto: Adassa Martins, Andrêas Gatto, Diogo Liberano, Flávia Naves, Gunnar Borges, Laura Nielsen, Natássia Vello e Thais Barros :: Produção: Flavia Naves

 

FRONTEIRAS

02, 03 e 04 de junho

sexta, sábado e domingo às 20:30h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

Fronteiras é uma composição que investiga as linhas limítrofes do espaço, texto e corpo. Um corpo construído na cidade e pela cidade, suas barreiras e distâncias, um corpo ocupado pelos vazios e pelas marcas da metrópole.

 

Ficha Técnica

Direção: Ricardo Rocha :: Dramaturgia: construída em processo colaborativo a partir da obra de Matéi Visniec :: Atuação: Bárbara Abi-Rihan, Camila Zampier, Erick Tuller, Fabio Lacerda e Viviane Pereira :: Produção: Ricardo Rocha :: Realização:  Multifoco Companhia de Teatro

 

AGORA SEI O CHÃO QUE PISO

02 e 04 de junho

sexta e domingo às 21:00h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

A Cia Marginal apresenta um desdobramento com seu projeto de extensão em parceria com a Redes de desenvolvimento da Maré: o Grupo Atiro. Após sete anos de trabalho o grupo mergulha em suas memórias para denunciar as animalidades nas relações humanas vividas durante a infância e adolescência. O legado aqui é fruto de uma sociedade onde a branquitude é claramente cultuada e a negritude expõe o indivíduo a inúmeras situações limites de sobrevivência.

 

Direção e Produção: Wallace Lino :: Dramaturgia: Grupo Atiro, Peter Franco, Carol Barbosa, Iury de Carvalho Lobo e Phellipe Azevedo :: Revisão dramatúrgica: Rosyane Trotta :: Direção musical: Rodrigo Sousa :: Elenco: Gabriel Horsth, Romário Melo e Paulo Victor Lino :: Figurino: Caju Bezerra :: Iluminação: Tainã Miranda :: Grupo Atiro: André Sousa, Bárbara Assis, Gabriel Affonso, João Paulo Rodrigues, JulianaTargino, Kamyla Galdeano, Marcos Diniz, Marllon Araújo e Matheus Affonso.

 

 

DANÇA – QUE LEGADO

 

ACORDO

02, 03 e 04 de junho

sexta, sábado e domingo às 21:30h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

Criando uma nuvem de contornos turvos, sugerimos, através do movimento, uma nova zona entre o (espaço) público e o artista (privado) onde imagens que tangenciam sonhos, ou um pensamento mais descompromissado com ideias objetivas, possam manifestar outras propostas de como ocupar espaços e corpos.

 

Direção: Alice Ripoll :: Criação interpretação: Alan Ferreira, Leandro Coala, Rômulo Galvão e Tony Hewerton :: Produção: Anita Tandeta

 

 

SESSÃO ESPECIAL

 

SUAVE

Dia: 05 de junho / segunda

Horário: 20h

R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Classificação: 16 anos

 

A dança do passinho é engraçada: parece um bezerro que acabou de nascer e está lutando pela vida e ao mesmo tempo comemorando e brincando. Os intérpretes me presenteiam com uma explosão de criatividade e coragem. Coragem de saber que a vida passa… E viva a vanguarda das comunidades do Brasil!

 

Direção: Alice Ripoll | Interpretação: Gabriel Tiobil Dançarino Brabo, Gb Dançarino Brabo, Kinho JP, Nyandra Fernandes, Pablo Poison, Rodrigo Ninja, Romulo Galvão, Sanderson BDD, Thamires Candida, VN Dançarino Brabo | Assistência de direção e operação de som: Alan Ferreira | Direção musical de funk: Dj Vinimax | Figurino: Paula Stroher  | Iluminação: Andrea Capella | Apoio: Em Branco Acervo Contemporâneo | Coprodução: Festival Panorama 2014/Cariocas na Cidade das Artes | Gestão de produção: Trio Carioca Produções | Produtor: Rafael Fernandes

 

 

PERFORMANCE – QUE LEGADO

 

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA

01 a 05 de junho

quinta a segunda 18h às 21h

Valor:  gratuito

Local: Foyer

Classificação: 16 anos

É uma ação, que compõe o projeto CONVIDAÇÃO, na qual se propõem a leitura de um livro de história em um espaço de livre circulação. Neste segundo QUE LEGADO, daremos continuidade à leitura do livro “Brasil: Uma BIOGRAFIA” de Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling.

Criação: Dominique Arantes :: Colaboradores: Ricardo Cabral e Rúbia Rodrigues  :: Realização: Grupo Barka

 

RESTA 1

01 a 05 de junho

quinta a segunda às 19h, 20h e 21h

Valor:  gratuito

Galeria Marcantônio de Villaça 1

Classificação: 16 anos

 

Teu futuro já estava escrito. Teu destino será revelado por uma desconhecida. Todos tentaram te avisar, mas você não deu ouvidos. Agora resta apenas uma saída. Revelada aos teus olhos sobre um tabuleiro. Cabe a você a decisão. Qual caminho tomar?

 

Concepção: Fabrício Branco, Monique Vaillé e Pedro Uchoa :: Atuação: Monique Vaillé

 

CHUPA ESSA MANGA

01 a 05 de junho de 2017

quinta a segunda às 21h

Valor:  gratuito

Local: Foyer

Classificação: 16 anos

 

Aqui não trabalhamos com metáforas. A manga está servida e o texto precisa ser falado. Em voz alta e na degustação, palavras que cortam (o espaço e a fruta) ocupam o tempo da performance enquanto ainda é possível chupar essa manga. Mas é mesmo possível?

 

Direção:  Morena Cattoni :: Texto, atuação e produção:  Natasha Corbelino :: Realização: uma certa companhia

 

DOM QUIXOTE DELLA RUA

01 a 05 de junho de 2017

quinta a segunda às 18:45h e 19:45h ( sábado só a primeira sessão)

Duração: 10 minutos

Valor:  gratuito

Local: Área externa, Calçada e Jardim

Classificação: 16 anos

 

Uma personagem é cutucada na periferia e desperta em plena crise! Quais os moinhos que precisamos enfrentar? Dom Quixote conversa com Dulcineia, Sancho Pança e o cavalo Rocinante que serão representados pelo público presente. O Legado são os encontros que o pensamento conduz.

 

Concepção e performance: Cico Caseira

 

QUERIDO ANO

03 e 05 de junho de 2017

quinta, sábado e segunda das 20h

Valor:  gratuito

Local: Foyer

Classificação: 16 anos

 

O ano de 2016 conta para 1993 que aqueles anões do orçamento de lá se tornaram gigantes nesses nossos tempos, que a chacina da candelária não ensinou nada a ninguém e que menino preto e pobre continua morrendo todo dia nesses nossos anos daqui.

 

Realização: uma certa companhia :: Atuação:  Marcéli Torquato

 

SE VIVÊSSEMOS EM UM LUGAR COMUM

02 e 03 de junho

sexta e sábado  20h30

Valor:  gratuito

Local: Foyer

Classificação: 16 anos

 

Dentro da “caixa de sapato”, apelido que a família dá a casa em que vivem, no morro da “Puta que pariu”, Orestes, o protagonista, tenta entender sua situação econômica e mudar o curso de sua própria sorte.

 

Realização: Cia Teatral Milongas | Dramaturgia: Juan Pablo Villalobos | Atuação: Roberto Rodrigues

 

UM DEMO MALPENSANTE CAI SOBRE TI

01, 03, 04 e 05 de junho de 2017

quinta, sábado, domingo e segunda das 18:20h às 19h

Valor:  gratuito

Local: Foyer e Jardim

Classificação: 16 anos

 

Em momentos de turbulência política, um oráculo ou um sonho podem jogar com o destino de todos. Nas 3 histórias contadas por 3 profetizas – Cassandra, Calpúrnia e Camila – uma mesma cegueira: aquela que faz sucumbir os heróis.

 

Direção:  Larissa Elias e Vanessa Teixeira de Oliveira :: Texto:  Vanessa Teixeira de Oliveira, com colaboração de Larissa Elias e Marília Martins :: Atuação e Produção:  Marília Martins :: Direção de arte: Andréa Renck :: Música e sonoplastia: Leo Tucherman :: Figurino: Desirée Bastos :: Assistente de direção: Wellington Júnior :: Assistente de arte: Caroline Amaral :: Realização: Os Cênicos Cia. de Teatro

 

SOBRE VIVER

01, 03, 04 e 05 de junho de 2017

quinta, sábado, domingo e segunda às 19h e 21:00h

Valor:  gratuito

Galeria Marcantônio de Villaça 1

Classificação: 16 anos

 

O Fantástico se dá no momento da incerteza diante do que se vive: é Real ou Sobrenatural? Vivemos Tempos Fantásticos! O assombro nos acomete! Precisamos falar SOBRE isso.  Sobre ​V​​iver a certeza do talvez do amanhã Sobreviver é imaginar como as baratas conseguiram.

 

Realização: Fantástica Cia :: Elenco:​ Andréa dos Anjos, Deco Mansilha, Marcelo Alvim, Mariana Queiroz, Max Oliveira e Nathalia Araujo

 

CAFÉ

03 e 04 de junho

sábado e domingo às 19h15, 20h15 e 21h15

Valor:  gratuito

Local: Foyer e Jardim

Classificação: 16 anos

 

CAFÉ?! apresenta um momento de pausa para refletirmos quanto a situação do nosso Estado. Com performance corporal, as atrizes transitam pelos setores da educação, experimentando a situação real do cotidiano de quem depende dos serviços públicos e questionando o que realmente importa.

 

Atuação: Débora Rocha e Michelle Cavalcanti

 

SHENNA MENEGHEL

03 e 04 de junho

sábado e domingo às 20h e 21:15h

Valor:  gratuito

Local: Área externa e Jardim

Classificação: 16 anos

 

Shenna Meneghel é drag princesa-guerreira. Usa batom efeito performatividade-viada pra dublar tudo, de música bagaceira à locução do metrô, dubla até pregação.  Glitterizada, bonitona, quer ocupar os espaços e dar close. Bora dar close?

 

Drag Performer: Alexandre Francisco // SHENNA MENEGHEL

 

 

O CÉU DO AMANHÃ

03 e 04 de junho

sábado e domingo  às 19:30h e 20:30h

Valor:  gratuito

Galeria Marcantônio de Villaça 1

Classificação: 16 anos

 

Uma mensagem chega ao público através de um ator, que é usado como veículo midiático, para alertar que em algum futuro próximo não existirá mais nada para o povo, nem o que é de direito.

 

Interlocução: Cico Caseira :: Atuação: Marcelo Cavalcanti

 

A GRANDE FESTA

03 e 04 de junho

sábado e domingo  às 20:00h e 21:00h

Valor:  gratuito

Galeria Marcantônio de Villaça 1

Classificação: 16 anos

 

Fim de festa. Após preparar o evento mais importante de sua vida, quantos convidados serão necessários para estragar os planos da anfitriã?

 

Atuação:  Paula Valente

 

A VIÚVA DO MORRO SANTO ANTÔNIO

03 e 04 de junho

sábado e domingo  às 19:45h

Valor:  gratuito

Galeria Marcantônio de Villaça 1

Classificação: 16 anos

 

Antiga moradora da favela do Morro do Santo Antônio conta partes da história que ela se recorda do desmonte na primeira metade do século XX – a mudança forçada de residência em função de uma ordenação promovida pelo poder público.

 

Direção, texto e produção: Stella Brajterman

 

NATUREZA VIVA : UMA AÇÃO-BAQUETE  | PERFORMANCE  COLETIVA

04 de junho

domingo das 18h às 20h

Valor:  gratuito

Local: Área externa, Calçada e Jardim

Classificação: 16 anos

 

Obra performática na qual o público é convidado a fazer desenhos de observação de frutas, degustá-las e conversar. Há também a leitura de um texto promovendo reflexão sobre a força de uma ação coletiva, permitindo o pensamento sobre questões de arte do espaço público e privado.

 

Artistas: Lucia Vignolli e Nena Balthar

 

 

MÚSICA – QUE LEGADO

 

SARA E NINA NA CALÇADA

Dia: 01 de junho / quinta

Horário: 19h30

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

Essas duas drag queens, travestis, mulheres, seres femininos, chamem como quiserem, putas e santas, cantam samba antigo, samba, funk, carimbó, músicas da nossa terra, tropicalia, autoral. Elas transformam a rua em palco, a voz em discurso e o corpo em caminho. Sara e Nina são um acontecimento social, sexual, pélvico e político.

 

Direção Musical: Petra Babosa I Voz: Sara e Nina, Petra Babosa e Bridgtinha Carlota I Guitarra: Bridgtinha Carlota I Violão: Petra Babosa

 

 

SARAU DO ALEMÃO

02 de junho

sexta das 18:30h às 20:30h

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

O Sarau do Alemão é uma proposta cultural que envolve diversas manifestações artísticas, em especial aquelas que surgem dos becos e vielas de territórios de favela do Rio de Janeiro. É realizado desde 2011 pelo Grupo Pensar Cultural e tem como objetivo trazer à tona outras narrativas sobre a cidade, em especial sobre os artistas moradores de favelas. Aos poucos o projeto vem ultrapassando as barreiras do Complexo do Alemão e pretende chegar a um público pouco familiarizado com essa galera que produz muita coisa de qualidade.

 

Equipe de Produção: Andréa Borges, Isabela Reis, Víctor Meirelles, Maria da Penha de Souza, Letícia Santos :: Artistas: Al Neg,  Aristênio Gomes, Carol Dall Farra, Estefane da Silva, Jessica Souto, Jonathan Panta, José Franklin, Luckas e Russo, Matheus de Araújo, Mc Martina e Victor Meirelles

 

SARAU – MULHERAU – MULHERES NO PODER E NO SARAU

02 de junho

sexta das 20:30h às 21:30h

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: livre

 

Sarau idealizada pelas poetas e performers Sheyla de Castilho e Letícia Brito, parte da idéia da sarau como possibilidade de afeto e apoio ao desenvolvimento da potência artística da mulher. Convida poetas, musicistas, performers e tem um microfone democrático para o empoderamento da mulher. Mulherau também acolhe pessoas não binárias e trans. Nenhuma forma de opressão será aceita na Mulherau.

 

Direção geral, produção executiva, curadoria: Sheyla de Castilho :: Direção assistente, produção executiva, curadoria: Letícia Brito

 

 

TRANS/A

Dia: 03 de junho / sábado

Horário: 19h

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

A poesia ácida de Kaique Theodoro, muito influenciada por grandes nomes como Cazuza e Ney Matogrosso, narra um pouco da sua (r)existência em um corpo trans orbitando numa sociedade careta.

 

SUCESSOS INÉDITOS

Dia: 03 e 04 de junho / sábado e domingo

Horário: 19h30

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

Acompanhado apenas de seu violão, o músico, compositor e poeta Aldo Medeiros apresenta

canções de seu Cd “Sucessos Inéditos”, além de novas canções que refletem o atual momento político.

 

GRAVADOR E AMOR

Dia: 03 de junho / sábado

Horário: 20h30

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

O cantor e compositor carioca Mihay traz ao público um repertorio autoral, com canções cheias de poesia que, no disco, contam com participações de artistas como Tulipa Ruiz, Luisa Maita, Rômulo Fróes e Mariana Aydar.

 

MUSICAS DE RESISTÊNCIA

Dia: 04 e 05 de junho / domingo e segunda

Horário: 19h30

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

Paula Alexander canta Gonzaguinha. Letras antigas e, tristemente, tão atuais, são interpretadas pela atriz-cantora que sempre usou a música pra contar de sentimento.

 

MISS BELEZA UNIVERSAL

Dia: 04 de junho / domingo

Horário: 20h30

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

Cantora e compositora pernambucana, radicada no Rio de Janeiro, traz as influências rítmicas advindas do sítio histórico de Olinda, representando a força feminina no Maracatu, Coco, Manguebeat, Rock, ijexá, Caboclinho e Maculelê.

 

#TROPICÁLIA

Dia: 05 de junho / segunda

Horário: 20h

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

O cantor e compositor Matheus VK, a cantora e compositora Lila e o ator e poeta Eber Inácio se encontram em cena neste show para revisitarem canções do tropicalismo em comemoração aos 50 anos do movimento.

 

DJs para um legado

CAROLINA GODINHO E CONVIDADOS

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: Livre

 

 

EXPOSIÇÕES – QUE LEGADO

 

Curadoria: Natasha Corbelino e Breno Sanches

De quinta a segunda

Horário: 15h às 21h30

Local: Vários

Classificação: Livre

 

28:06:21

28:06:21 é uma vídeo/performance exposta pela primeira vez em 2012, Lisboa – Portugal. Uma bandeira/boca sorri permanentemente por 28min 6s e 21ms para não sorrir permanentemente por 28min 6s e 21ms.

 

Elaboração, execução e produção: Julia Deccache :: Câmera: Bernard Lessa :: Visagismo: Maria Silvia Pereira Grisolia

 

MUSEU DAS REMOÇÕES

 

O Processo de Construção do Museu das Remoções da Vila Autódromo nasceu da necessidade coletiva de apoiadores e moradores de registrar as práticas sociais da comunidade Vila Autódromo e comunicar a realidade da comunidade existente antes do processo de apagamento cultural produzido pela remoção sofrida pela comunidade.

 

Produção: Sandra Maria

 

IT’S A LONG WAY

 

A finitude de um encontro abriu essa estrada. Nela, um corpo procura enterrar o legado deixado por outro. Em meio ao caos e a suspensão do tempo, a voz do poeta que canta, pergunta: e se não tivesse o amor? Ou talvez afirme. E o corpo responde da forma mais doce possível, dançando a memória do toque que havia findado.

 

Performer: Anderson Almos :: Fotógrafa: Júlia Viana :: Colaboração em Cenografia: Rahira Coelho :: Orientação de Pesquisa: Rosyane Trotta :: Grupo: Colaborativo Performático

 

 

DE REPENTE QUANDO ESSE NUNCA VEM

 

Desenho contemporâneo da série: de repente esse quando nunca vem: 5 desenhos A5 (sem título). Material: nanquim, lápis de cor, pastel.

 

Artista e produção: Nany Prata

 

PROCISSÃO

 

Com a aproximação dos Jogos Olímpicos e o avanço das remoções, a celebração do padroeiro da Vila Autódromo São José Operário, que havia se tornado um ponto de encontro para moradores e colaboradores, ganhou contornos de ato de resistência.

 

Fotos e produção: Rony Maltz :: Textos: Guilherme Freitas

 

SOLOS DE MEMÓRIA

 

Cidade do Rio de Janeiro: vista de cima, que vista.

Pesquisa do repertório da “uma certa companhia”: Gisela de Castro, Marcéli Torquato, Morena Cattoni, Natasha Corbelino, Daniel Chagas, Marcio Freitas :: Fotografias: Natasha Corbelino :: Expografia: Hugo Souza

 

RIO OLYMPIA 2016

 

Instalação audiovisual política móvel. Sobre páginas da Constituição e Código Penal, recordações dos jogos lembram a festa. A cena final do filme OLYMPIA 2016 é exibida repetidamente, questionando os desvios.

Autoria: Orlando M. Nunes e Marcone dos Santos

 

MEMÓRIAS DE UM COTIDIANO ANCESTRAL

 

Tarso gentil que assina com o heterônimo tabu, transmite através das suas telas na série “memórias de um cotidiano ancestral” histórias e estórias de muitos corpos e matérias que ainda transitam ou não por entre o cotidiano urbano.

Artista: Tarso Gentil

 

LARÁPIOS – jogo público acerca do furto

 

Registro de ação em vídeo (cerca de 5min) exposto em porta-retrato digital – Largo da Carioca, maio 2017. Um grupo de pessoas se furta continuamente, gerando um cômico efeito cíclico. Qualquer semelhança com a realidade NÃO é mera coincidência.

Ação: Zarabatana Lab_ coletivo mutante de movimento e arte = Clarice Rito (propositora) e colaboradores :: Filmagem e edição: Michel Schetter.

 

A FORÇA DO HÁBITO

 

Ensaio fotográfico exposto em forma de lambe-lambe A4 sobre tapume

Ficção? Fricção. Fixação? Asfixiação!… Fragmentos narrativos sobre ela, que prefere sair de casa prevenida e respirar tranquila…  Ensaio inspirado na extrapolada repreensão policial contra manifestações na noite de 28 de abril de 2017 (bem como em outras).

Performance: Clarice Rito :: Fotos: Michel Schetter

 

 

INTERVENÇÃO URBANA –PROJEÇÃO – QUE LEGADO

 

FALA NEM

Dia: 01 de junho / quinta

Horário: 20h

Valor:  gratuito

Local: Jardim

Classificação: 16 anos

 

FALA NEM apenas cede o lugar de fala a quem é de direito. Aprenda a escutar, olho no olho, a partir da fala de ocupantes e participantes da CASA NEM, casa que abriga pessoas Transvestigêneres em estado de vulnerabilidade, onde nasceu o curso preparatório para o Vestibular PREPARA NEM, e também realiza diversos eventos trans culturais, educativos, políticos.

 

Realização: LuKaSH e Vinícius Nascimento I Com: Indianara Siqueira e Natasha Roxy, entre outres.

 

 

 

CINEMA – QUE LEGADO

 

Dia: 01 de junho / quinta

Horário: 19h às 21h

Valor:   R$ 5,00 inteira  R$ 2,50 meia

Local: Teatro

Classificação: 16 anos

 

 

Um programa de curtas com caráter urgente de serem assistidos, consumidos, debatidos. Os tempos sombrios em que vivemos estão sendo registrados de diversas formas e para múltiplos fins e plataformas de exibição. É importantíssimo termos a consciência das maneiras em que estamos digerindo essas imagens, projetando o problema e a nós mesmos na tela, refletindo sobre as narrativas que estamos construindo. Sessão 60 min + debate.

 

Curadoria e Produção: Barbara Kahane, Geo Abreu e Marcella Morizot I Assistente de Produção: Julia Kahane

 

 

OCUPA RIO 15.5

Documentário, Rio de Janeiro, 07 minutos, 2011

Vídeo sobre o primeiro dia da manifestação Ocupa Rio (Occupy Rio) que ocorreu na Cinelândia, e nos pilotis do Edifício Gustavo Capanema.

Direção: Igor Cabral

RAFAEL BRAGA – O HOMEM QUE FOI CONDENADO POR PORTE DE PINHO SOL

Documentário, Rio de Janeiro, 06 minutos, 2014

Imagens capturadas da família, vigília de véspera e manhã de julgamento de Rafael Braga em segunda instância ainda em 2014, que na época condenou Rafael a 04 anos e 08 meses de prisão em regime fechado.

Produção: MIC

 

UM TREM PARA AUSTIN

Documentário, Rio de Janeiro, 13 minutos, 2017

Quando Matheus Ervandre saiu de casa no dia 27 de janeiro, ninguém poderia imaginar que seria a última vez… Matheus foi executado dentro de um trem da Supervia numa abordagem racista com um tiro à queima-roupa.

Direção: André Miguéis e Paula Kossatz I Produção: MIC

 

BAD GALETO, NO LIMITE DA MORTE

Ficção, Rio de Janeiro, 12 min, 2017

Perdido na night, morto de desgosto, Galeto é atormentado pela Nóia e encorajado a seguir o caminho do mal.

Direção: Amandla Veludo, Def Ex Machina e Lorran Dias I Produção: Anarca Filmes

 

A CIDADE DO ABRAÇO DE PEDRA

Ficção, Rio de Janeiro, 18 minutos, 2017

Tem lugar que nenhum mapa mostra.

Direção: Rodrigo de Janeiro

 

 

 

ENCONTROS + DEBATES para um legado

 

HISTÓRIAS VIVAS – O HISTÓRICO DE RESISTÊNCIA DAS FAVELAS DO RIO DE JANEIRO

Dia: 03 de junho / sábado

Horário: 15h às 16h30

Valor:  gratuito

Local: palco

Classificação: 16 anos

 

Uma aula magna com o objetivo relatar o nascimento e a vida atual das favelas. Falaremos sobre a saúde, educação, moradia, trabalho, mídia comunitária e cultura popular. As falas serão de moradoras e moradores das favelas do Rio de Janeiro.

 

Sandra Maria: Vila Autódromo:: Thainã Medeiros: Conjunto de Favelas do Alemão :: Anderson Cabói: Conjunto de Favelas da Maré :: Organização: Gizele Martins e Anderson Caboi.

 

ESCRITAS E FEMINISMOS

Dia: 03 de junho / sábado

Horário: 16h30 às 19h

Valor:  gratuito

Local: palco

Classificação: 16 anos

 

Vamos tomar a palavra, a caneta, o papel em branco, a tela vazia, o corpo menor e exercitar a voz que ameaça (no princípio baixa), falar da voz crescendo, acessar por impulso a traqueia, glote, boca, a voz, vamos falar dela, um algo que se diferencia, é o jeito? é a experiência? é o desamparo? é ter nascido assim para dentro? o que querem dizer as mulheres que escrevem? o que estrutura a textualidade delas? como dar voz ao legado das que já morreram em nome da voz? que legado, que infortúnio? escritoras sublinhadas, mulheres de palavra, vozes de letras, sinais de uma cena histórica: como reescrever nossos destinos?

 

Curadoria: Tatiana Pequeno I Com: Giovanna Dealtry, Bruna Mitrano, Ana Carolina Assis, Adriana Kairos

 

ATO – PSICANÁLISE EM MOVIMENTO

Dia: 04 de junho / domingo

Horário: 15h às 16h30

Valor:  gratuito

Local: palco

Classificação: 16 anos

 

Roda de conversa:  História e psicanálise: reescritas de um legado

No campo da cultura, a psicanálise não tem como se esquivar de ouvir aquilo que tentam a todo custo silenciar. É com as vozes silenciadas que teremos a possibilidade de inventar novas soluções para nossos impasses. As manifestações artísticas e culturais com frequência nos proporcionam essa experiência de ouvir o inaudível de nossa época.

 

Curadoria: Adriana de la Peña Faria, Natasha Berditchevsky e Paula Legey I Convidado: Manoel Friques

 

ATO – Psicanálise em Movimento é uma clínica de atendimento em psicanálise que se interessa pelo que acontece em nosso tempo e em nossa cidade. Acreditamos que a psicanálise não pode ficar presa aos livros e tem que ir para as ruas participar do que acontece hoje nas novas configurações do mundo

 

 

ARTE E PSICANÁLISE

Dia: 04 de junho / domingo

Horário: 16h30 às 18h30

Valor:  gratuito

Local: palco

Classificação: 16 anos

 

O legado entre a Crise e a Criação

Em tempos de crise, se insinuam de forma imperceptível os contra- golpes possíveis. Resistir, mais do que nunca, torna-se um exercício cotidiano e contínuo de criação que provoca leves tremores incessantes capazes de amolecer, diariamente, estruturas inóspitas e rígidas… Nosso desafio é insistir para que algo em nós resista apesar das adversidades.

 

Curadoria e mediação: Gabriela Serfaty :: Palestrantes: Tânia Rivera, Ruth Torralba e Julio Verztman

 

VÍDEOS ON LINE – QUE LEGADO

 

VÍDEOPÍLULASLETRAS para um legado

 

Letras e corpos que (re)constróem mundos, a partir da palavra legado. Vozes convidadas publicadas em vídeos curtos postados aqui na nossa página e exibidos diariamente na sala de projeção da ocupação.

 

Com: Ieda Magri, Júlia Studart, Renata Mizrahi, Tatiana Pequeno, Debora Almeida, Maria Rezende, Maria Isabel Iorio, Sílvia Vieira, Angela Rebello, Isabel Penoni, Manuela Trindade Oiticica, Flavia Milioni, Cleinman Betch, Wanda Araújo, Ana Kiffer, Ana Abbott, Manoel Ricardo de Lima, Ramon Nunes Mello, Camilo Pellegrini, Cesar Augusto, Sidnei Cruz, Fabricio Polido, Rafael Souza-Ribeiro, Felipe Herzog, Julio Barroso, Marcus Galiña, Davi Pessoa.

 

VÍDEOCLIPE para um legado

Vídeo Clipe postado na página do QUE LEGADO no Facebook

Música: Herton Gustavo e Luciana Balby :: Violão e produção: Denilson Prata :: Intérpretes: Luciana Balby e Denilson Prata :: Gravada em Musik Estúdio

 

 

 

CULINÁRIA – QUE LEGADO

 

oLojinha

Consumo consciente, realizadores criativos, produtos especais. Comercializar honestamente o que se produz com amor. Azeites aromatizados, pães recheados, bolo de pão de queijo com sabores.

 

Banana Buffet Vegano

O Banana Buffet foi criado para proporcionar comida vegana boa e barata às pessoas. Chega de alface nas festinhas! Temos hambúrguer.

 

Refoodgees

Missão: reunir refugiados que são envolvidos com a culinária, para oferecer suporte de profissionalização e inserção no mercado de trabalho, promover trocas de conhecimento e intercâmbios culturais. Unindo culturas e pessoas através da culinária

 

 

 

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PROJETO CONTINUADO_ENTREATOS

PROJETO CONTINUADO_ENTREATOS

06 de maio
sábado às 19h
R$ 40,00 inteira  R$ 20,00 meia
Classificação: 12 anos
Capacidade: 98 lugares

 

Em 2011, João dos Santos Martins teve a oportunidade de participar da reinterpretação da peça Continuous Project – Altered Daily (1970) de Yvonne Rainer. As tensões deste trabalho viriam a materializar-se na peça em si: uma experiência estética que reivindicava o labor coreográfico enquanto produto artístico. Recorrendo à história da dança, rever e operar sobre a forma como a coreografia e a dança estabelecem padrões ideológicos que fixam ou colocam em questão os regimes éticos e estéticos estabelecidos; a ideia de coreografia enquanto tecnologia que verifica, ativa e transforma relações entre indivíduos.

De João dos Santos Martins Colaboração Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira E Sabine Macher Trilha sonora e piano Simão Costa Luz colaboração com Ricardo Campos Coreografia e performance Ana Rita Teodoro, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Filipe Pereira, João dos Santos Martins E Sabine Macher Produção Julia Baker_Bomba Criativa Apoio à produção e difusão Circular Associação Cultural Coprodução Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest, Centro Cultural Vila Flor, CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultura da União Europeia, Clarissa Sacchelli Residências artísticas CCN de Montpellier Languedoc-Roussillon, Centro de Criação de Candoso, EIRA, Musibéria, O Espaço do Tempo Apoios Câmara Municipal de Santarém/Teatro Sá da Bandeira Realização Atos de Fala Curadoria Cristina Becker & Felipe Ribeiro

 

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ALLA PRIMA 

ALLA PRIMA 

 

O que Tiago Cadete propõe com Alla Prima vem de uma inquietude também perante o silêncio e imobilidade das imagens. O corpo humano, essa espécie de unidade fundamental da produção de imagens no Ocidente, é tanto o enfoque de sua pesquisa enquanto colecionador de imagens, como o instrumento através do qual o próprio corpo do intérprete se colocará perante o público. O seu olhar diz respeito à construção e invenção do Brasil – quais seriam os movimentos e vozes do grande número de imagens que em mais de cinco séculos foram capazes de criar certas ideias sobre o que seria o Brasil, os brasileiros e a brasilidade?

Criação e Interpretação: Tiago Cadete | Consultor História da Arte: Raphael Fonseca | Figurinos: Carlota Lagido | Assistente de Projeto: Bernardo Almeida | Director Técnico: Nuno Patinho | Colaboradores Voz-Off: Priscila Maia, Raphael Fonseca, Raquel André, Sueli Do Sacramento, Jonas Arrabal, Victor Dias, Laura Arbex, Felipe Abdala, Isabel Martins, Julia Arbex, Breno de Faria, Leandra Espírito Santo e Daniela Seixas | Fotos de Documentação: Victor Dias | Fotografia de Cena: José Carlos Duarte e Luís Martins | Assessoria de Imprensa: Mafalda Simões | Teaser: Francisca Marvão e Tiago Cadete | Residência: Centro Coreográfico do Rio de Janeiro

Acolhimentos: Escola De Mulheres, ZDB/Negócio, Mala Voadora/Porto, Citemor, Home
Co-Produção: Temps d’images ‘15ùù

Dias  19, 20 e 21.11
Sexta e sábado às 21h, domingo às 20h

R$ 20,00 inteira R$ 10,00 meia

Classificação: 16 anos

Capacidade: 98  lugares

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